Hospital do Sangue

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12Dez



O Banco de células-tronco sanguíneas vai facilitar o tratamento de pacientes com doenças do sangue como leucemia e precisam de transplante

O Governo do Estado do Amazonas por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Susam) inaugura no dia 19 de dezembro, às 9h na Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), o Banco de Células do Cordão Umbilical e Placentária.

O prédio do Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário foi construído próximo da sede do Hemoam, localizado na Avenida Constantino Nery, no bairro da Chapada, zona Centro Sul, em uma área próxima ao bloco A da Instituição. O investimento é de R$ 7 milhões e contempla, ainda, a aquisição de equipamentos e capacitação de pessoal. Os recursos são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e gerenciado pela Fundação do Câncer, entidade sem fins lucrativos que viabiliza a aplicação de recursos em tratamento, diagnóstico, programas e projetos de transplante de medula óssea e de sangue de cordão umbilical.

O Banco tem como objetivo aumentar as chances de localizar doadores para pacientes que necessitam de transplante de medula e conservar as células tronco do cordão Umbilical e de outras fontes, para fins de Transplante.

No dia 13 de junho de 2010 o Dr. Luis Fernando Bouzas, então diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea (CEMO/INCA) e coordenador da Rede BrasilCord esteve reunido com autoridades do Estado do Amazonas, junto a Fundação Hemoam para a consolidação de um banco de céculas na região Norte do país, durante a reunião o diretor  destacou  os esforços para a área de saúde pública na região “no Amazonas a dificuldade em encontrar um doador  compatível com o paciente é maior visto a miscigenação com indígena e diversidade genética. Os primeiros passos já foram dados, com a implantação do Laboratório de HLA (histocompatibilidade genética) no Hemoam, o Banco de Células soma  na busca pelo tratamento das doenças do sangue” disse Bouzas.

As chances de um brasileiro localizar um doador em território nacional é trinta vezes maior que a chance de encontrar o mesmo doador no exterior, segundo pesquisa realizada em 2012 pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME).

No dia 16 de julho de 2013 à Fundação Hemoam apresentou à sociedade o projeto de construção do banco de sangue de cordão umbilical e placenta para armazenamento de células-tronco.

Em 13 de fevereiro de 2016 o Secretario  do  Instituto Nacional de Câncer (Inca), senhor Marson Rebuzzi veio  até o Hemocentro do Amazonas para um reunião com o Diretor-Presidente do Hemoam, Dr. Nelson Fraiji,  realiza uma visita para verificar  o  andamento da obra, na ocasião em entrevista pela  Assessoria de Comunicação do Hemoam o secretário falou sobre as perspectivas do  Banco de Cordão Umbilical,” espera-se com esse investimento  atender  a população de Manaus, do Amazonas, daqueles que precisam do transplante de medula óssea, porque esse Banco vai servir como um centro de processamento celular para trazer ao Estado mais benefícios na área da saúde” disse Rebuzzi.

O secretário frisou que Já existem 13 bancos de células de cordão umbilical em funcionamento no Brasil, essa é a fase 3, chamada de expansão da rede  BrasilCord, ela contempla 4 novos bancos, entre eles o banco de Manaus vai integrar a rede brasileira mantida pelo Ministério da Saúde. A base de dados terá capacidade para congelar 3,5 mil amostras de células-tronco do sangue do cordão umbilical e da placenta, aumentando as opções para quem não encontrar doador compatível na família. O material será coletado de maternidades públicas de Manaus, com autorização das mães, e vai ficar disponível para todo o Brasil, ajudando quem aguarda na fila por um doador compatível.

Marson rebuzzi falou sobre a escolha do Hemoam pelo Inca, “a Instituição foi  escolhida por ser um centro de excelência no Brasil e um dos Hemocentros mais capazes, além de tudo, porque também já trabalha com a cadeia de sangue, mais uma razão da implantação do banco de células de cordão umbilical na Fundação Hemoam”

Em entrevista a CBN o Diretor-Presidente do Hemoam resaltou “Existem outras doenças que são tratadas com transplante. Não temos precisão de quantas têm indicação formal de transplante, mas, a cada dia, muda e aumenta o leque de patologias. O Brasil começa a fazer transplante de medula para uma doença anêmica hereditária, que é a anemia falciforme. Só aqui, no Amazonas, temos 200 pacientes”, disse Fraiji.






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