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HEMOAM forma 1ª turma do curso de ‘Especialização Técnica em Nível Médio de Imunohematologia’


Dividido em aulas teóricas e práticas, a especialização que durou 6 meses apresentou técnicas mais avançadas na área de imunohematologia.


PUBLICADO DIA: 24/09/2019 17:34:39 Última atualização: 19/10/2019 03:11:40 Legenda:
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Para assegurar que pacientes internados nas maternidades e hospitais públicos do Estado não apresentem rejeição após receberem transfusões sanguíneas, o primeiro curso a formar turma no Brasil de ‘Especialização Técnica em Nível Médio de Imunohematologia’, capacitou nesta terça-feira (24/09), na Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) 25 alunos. A capacitação é oferecida pelo Governo do Estado por meio do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam).

 

Dividido em aulas teóricas e práticas, a especialização que durou 6 meses apresentou técnicas mais avançadas na área de imunohematologia.  O curso com carga horária total de 120 horas é voltado para Técnicos de Hemoterapia. A capacitação foi ministrada pela Técnica de Hemoterapia da Fundação, Rejane Medeiros e pelo Biomédico Analista Clínico, Alexander Leonardo Silva Junior.  

 

Segundo a facilitadora da Fundação, Rejane Medeiros, o Hemoam já realiza esses serviços, garantindo um processo de transfusão cada vez mais qualificado e é o único órgão no estado do Amazonas que possui laboratório de pesquisa na área da imunohemato.



 

“Toda unidade de Hemoterapia deve atuar para garantir a segurança transfusional dos pacientes que necessitam receber sangue, e o objetivo é justamente esse, garantir uma transfusão segura. Os profissionais dos serviços de hemoterapia devem saber sobre diagnostico e tratamento, e aqui eles aprenderam na prática como funciona a rotina de todas as agências transfusionais”, destacou Rejane.



 

Durante o curso foram abordadas as principais ferramentas laboratoriais para a identificação de anticorpos irregulares, aspectos laboratoriais para tratar de pacientes com anemias hemolíticas autoimunes, além dos desafios referentes à prevenção da doença hemolítica perinatal, entre outros assuntos.



 

Para o Técnico de Hemoterapia, Nicholas de Oliveira, o curso proporciona algo que vai além do conhecimento técnico. “Aprendemos várias técnicas e testes que garantem um processo de transfusão cada vez mais qualificado, a especialização nos proporcionou aprender na prática o que a gente só tinha conhecimento”, disse Nicholas.

 






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