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Governo, Prefeitura e MPE assinam portaria conjunta para controle do teste do pezinho nas unidades


Cerca de 25% dos recém-nascidos recebem alta das maternidades sem realizarem o teste do pezinho.


PUBLICADO DIA: 14/08/2019 15:57:51 Última atualização: 21/09/2019 20:47:08 Legenda:
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A Secretaria de Estado de Saúde (Susam) e a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) assinaram, na última terça-feira (13/08), na sede do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM), a portaria conjunta para implantação, na rede pública de saúde do Amazonas, do Sistema de Gerenciamento de Informação do Teste do Pezinho (GITP). O lançamento aconteceu às 9h, no auditório Carlos Bandeira Alberto de Araújo, na estrada da Ponta Negra e contou com a presença do governador em exercício, Carlos Almeida, e do secretário estadual de Saúde, Rodrigo Tobias.

 

A implantação do sistema é uma articulação entre Governo do Estado e Prefeitura de Manaus, intermediada pelo MPE-AM, com vistas a aumentar a cobertura do exame a partir do acompanhamento do fluxo de atendimento e a busca ativa de crianças que não realizaram o teste na maternidade. Cerca de 25% dos recém-nascidos recebem alta das maternidades sem realizarem o teste do pezinho.

 

Isso ocorre porque a coleta de material para a realização do exame deve ser feita preferencialmente entre o terceiro e quinto dia de vida da criança. Muitas crianças têm alta antes do terceiro dia de vida. Nesses casos, os pais precisam levar a criança para fazer a coleta em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Centro de Atenção Integral à Criança (Caic),  que oferecem o serviço.

 

O sistema vai integrar os bancos de informação das maternidades da rede estadual com os Caics, Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) e as UBSs, para que se faça a busca ativa desses casos e os exames possam ser realizado na unidade de saúde mais próxima de casa.

 

As maternidades vão abastecer o sistema com as informações iniciais de mãe e filho, como endereço, telefone de contato e indicar uma unidade de saúde mais próxima da residência para realização do exame, caso o recém-nascido não tenha feito teste antes da alta médica. A unidade indicada fica responsável por aplicar o exame e realizar busca ativa da mãe que não comparecer até o quinto dia de vida da criança.

 

A princípio o sistema será implantado nas unidades de saúde da rede estadual e municipal, e, posteriormente, nas maternidades da rede privada e no Interior do Estado.

 

A base de dados dará um diagnóstico da aplicação do teste nas maternidades e possibilitará um controle mais rigoroso da realização do exame das crianças nos primeiros dias de vida.

 

 

 






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